Bom dia usuários de blogs, orkut [whodoyouknow?], twitter [followme], facebook, myspace, formspring [askmeanything], flickr, MSN e derivados, viciadinhos do mal do século 21.
Depois de uma semana bem conturbada, de não sentir o meu travesseiro confortando minha pesada cabecinha [chifre] por vários dias, fico feliz por ter acordado tarde, [cantagalo!] com a mamãe fazendo o almoço, minha irmã dando risada ao invés de chegar chorando [aleluia] e meu cachorro esperando por um banho.
Além disso, fico feliz que meu pai não tenha erguido o tom da suave [bruta] voz dele pra mim, mesmo eu continuando a insistir em ser uma vagabunda dentro dessa casa. [voumelhorarok?]
Acho que dessa vez meu final de semana não vai ser tão intenso quanto pegar o trânsito de São Paulo, mas também não será uma porra igual aos dias em que não saio de casa. [tatunatoca]
O que me intrigou nessa semana foi uma palavra que me domina: confusão. HÁ! Novidade q
Deveria eu pensar bem mais antes de agir, mas como meu corpo [terrível] e meus instintos [animais] sempre se deixam levar pelo coração, e nunca pela cabeça cheia de galhos, estou eu então derrubando rios de lágrimas mais uma vez, onde as gotinhas dela, quando se juntam, escrevem em cima do teclado a palavra ‘burra’. Que romântico –n
Mas como eu ia dizendo, hoje é meu dia de gente. Gente sofrida que tem trabalhos da faculdade pra fazer; um texto de Sociologia, matéria extremamente chata, mas que se tornará pior se eu não mover os meus pauzinhos [pegavareta]; gente que tem mil confusões dentro da cabeça que vão insistir em aparecer; dia de gente que não trabalha, o que é uma merda, por que não posso mais fazer aloka na buatchi, tanto quanto antes eu fazia; dia de gente tampouco inteligente, por que podia estar muito bem na fita, mas não, prefere acordar ao meio dia.
Agora a pergunta do dia [temponatela]: será que vale a pena largar a minha vida pra viver outra, completamente diferente? Tô aberta a sugestões.
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‘Mudou até suas vertentes na escrita; queria experimentar o desconhecido que sabia que existia, só não tinha noção de até onde seus pés chegariam.’