quarta-feira, 24 de março de 2010
Alá a propaganda!
sexta-feira, 19 de março de 2010
Hoje é meu dia de gente.
Bom dia usuários de blogs, orkut [whodoyouknow?], twitter [followme], facebook, myspace, formspring [askmeanything], flickr, MSN e derivados, viciadinhos do mal do século 21.
Depois de uma semana bem conturbada, de não sentir o meu travesseiro confortando minha pesada cabecinha [chifre] por vários dias, fico feliz por ter acordado tarde, [cantagalo!] com a mamãe fazendo o almoço, minha irmã dando risada ao invés de chegar chorando [aleluia] e meu cachorro esperando por um banho.
Além disso, fico feliz que meu pai não tenha erguido o tom da suave [bruta] voz dele pra mim, mesmo eu continuando a insistir em ser uma vagabunda dentro dessa casa. [voumelhorarok?]
Acho que dessa vez meu final de semana não vai ser tão intenso quanto pegar o trânsito de São Paulo, mas também não será uma porra igual aos dias em que não saio de casa. [tatunatoca]
O que me intrigou nessa semana foi uma palavra que me domina: confusão. HÁ! Novidade q
Deveria eu pensar bem mais antes de agir, mas como meu corpo [terrível] e meus instintos [animais] sempre se deixam levar pelo coração, e nunca pela cabeça cheia de galhos, estou eu então derrubando rios de lágrimas mais uma vez, onde as gotinhas dela, quando se juntam, escrevem em cima do teclado a palavra ‘burra’. Que romântico –n
Mas como eu ia dizendo, hoje é meu dia de gente. Gente sofrida que tem trabalhos da faculdade pra fazer; um texto de Sociologia, matéria extremamente chata, mas que se tornará pior se eu não mover os meus pauzinhos [pegavareta]; gente que tem mil confusões dentro da cabeça que vão insistir em aparecer; dia de gente que não trabalha, o que é uma merda, por que não posso mais fazer aloka na buatchi, tanto quanto antes eu fazia; dia de gente tampouco inteligente, por que podia estar muito bem na fita, mas não, prefere acordar ao meio dia.
Agora a pergunta do dia [temponatela]: será que vale a pena largar a minha vida pra viver outra, completamente diferente? Tô aberta a sugestões.
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‘Mudou até suas vertentes na escrita; queria experimentar o desconhecido que sabia que existia, só não tinha noção de até onde seus pés chegariam.’
terça-feira, 16 de março de 2010
Dias de gente grande.
Mais uma historinha da capital financeira do Brasil pra vocês. [sentaquelávemahistória]
Dessa vez aparentemente sem muitas emoções, mas com a garantia de todos terem visto meu lindo sorriso. [colgate]
Se engana quem pensa que minha city of dreams começa com são e termina com Paulo [sanpablooe!] Minha vidinha tá lá no ABC. [diademakd]
Pela primeira vez eu fui totalmente sozinha pra lá e, como já é de costume, fiquei olhando placas e placas por que ainda não aprendi o bendito dom de seguir o fluxo. [migratório?]
Depois de perder o meu sorriso pro trânsito paulistano [paciência], fiquei mais puta ainda por que as áreas arborizadas lindas do Terminal estavam fechadas. [oaquecimentoglobal!]
Pensei então com meus botões ‘Paciência, alguém vai te acalmar depois.’ Então segui em frente e quase perdi o metrô. Ahá, que dia de sorte! [caraleo!]
Depois disso tive que aprender a arte ninja [nomortalcombat] até achar a escada certa para a luz. [morri]
- [pensando] Meo, vou sentar aqui no chão e fazer a mendiga pra poder descansar. [senta]
...
- [mocinhadomicrofone] Não é permitido sentar no chão dentro das estações. [tomanocu]
Como já é de costume, tentaram me vender balinhas coloridas, tridents de todos os sabores e até caneta pra cd. [quem compra caneta pra cd dentro de um trem?]
- Eu tenho sete irmão, um não tem uma perna, otro é cego, minha mãe tá desempregada deide qui nasceu, meu pai é traficanti, meu irmão mai véio que sustenta a famía! Quem quizé colaborá, só com uma moedinha! [baianodecuérola]
[aumentaovolumedamúsica]
Depois do tormento de sempre, tendo que ouvir as mesmas histórias de sempre, eu fui recompensada com uma papagaia gritando no meu ouvido, uma sapatão jogando guitar hero, uma nova best que parece uma mãe, uma malinha jogando a culpa nas minhas costas e uma menina linda com fogo na... [enfim!]
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Demorei muito pra reconhecer o amor de todas vocês, mas valeu a pena cada segundo que me provaram o contrário de palavras falsas. Quero felicidade dessa forma todos os dias da minha vida.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Velhos lugares, novas histórias.
As vezes eu chego a um lugar que já me é muito dos familiares, mas o jeito como me tratam me soa diferente.
- Posso falar com a chefe?
- Pode. [kd?]
...
...
- Então, ela pediu pra eu falar isso e ... [tiraamáscarapokemon]
Até o último dia que eu estive lá, ela só tava faltando jogar confete em cima da minha cabeça [carnavalacabou!]. Outros lugares em que eu estive, mal pude reconhecer os rostinhos não tão inocentes dos pequenos seres que lá estavam. [colégio]
Um tanto quanto estranho de vez em quando saber que um dia eu estive lá, fazia educação física no meio do pasto, brincava de quebrar casinhas de madeira e de vez em quando até assistia às aulas de Literatura do já imortal e amado Professor Barel [sintosuafalta].
E eu penso: Quando eu tinha meus 15, 16 anos, eu era tão comportadinha. Mal sabia das coisas que aconteceriam na minha vida e era uma louca por química até então [melivreidadesgraça]. Agora o que vejo são menininhas metidas a piriguetchi [micaretasnojin] loucas a dançar o tal do rebolation e meninos promíscuos e bombadinhos desfilando o que se auto-denominam músculos. O mundo tá realmente estranho [emedámedo].
O que eu posso ver agora são novas histórias que os mais novos estão construindo, mudando o rumo de um mundo já sem direção, sem quem os oriente [Japãoarigatô]. Bom, como eu não sou psicóloga nem pedagoga, só estou aqui pra alertar que a bomba tá prestes a explodir. Eu só espero que alguém seja inteligente o suficiente pra cortar o cabinho certo, entre o azul e o vermelho. [noúltimosegundo]
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Eu sou da época que criança vivia a brincar, não pensava tanto no futuro, somente em festejar. Pobres pequenos de almas inocentes, os que trocam jogar bola e brincar de boneca por roupas de marca e salto-alto. O mundo muda muito facilmente.